23 de jan de 2017

NOSTRADAMUS - PROFECIAS - MITO OU VERDADE?

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Vou dar aqui a minha humilde opinião sobre esse ícone da crença popular. 

SERÁ MESMO QUE NOSTRADAMUS MERECE CRÉDITOS POR TER PROFETIZADO TANTAS COISAS, E QUE AS MESMAS PROFECIAS VEM AO LONGO DOS TEMPOS SE CUMPRINDO?
ELE ERA MESMO UM ADIVINHO OU UM PROFETA? 


Quanto a minha visão do famigerado Nostradamus....é o seguinte: ele não é nada mais e nada menos que os Nostradamus de hoje em dia, onde se você tiver um copo com água, e jogar um monte de pedras para cima, com certeza de que todas as pedras lançadas para cima, uma com certeza vai cair dentro do copo. Então é assim que os charlatões trabalham para ludibriar os incautos. Porque as pessoas são fascinadas por essas coisas de desvendar os "mistérios do futuro", como se algo já preestabelecida do nada está no futuro como enigma para só os seres especiais na crença de que os mesmos existem para desvendar o futuro de nossa história. 

Mas o maior problema de tudo, não é tanto a pessoa de Nostradamus, mas sim, as pessoas que se utilizam de especulações de suas escritas, em que deliberadamente cada um sai interpretando tudo de acordo com suas próprias crendices, e não de acordo com que realmente quis dizer segundo o autor, e desconsiderando de entender com propriedade qual era o contexto geral da época dele, e principalmente entender a mentalidade do autor, e não de alguém que tenta fraudulosamente extrair e se apoiar segundo o seu próprio achismo ou de sempre tentar harmonizar uma catástrofe ou qualquer coisa do gênero com aquilo que quero que ganhe peso e valorização as custas da ignorância alheia.

Tanto é que muitos ainda acreditam que ele "profetizou" sobre a vinda de Adolf Hitler, mas nada tinha a vê com o contexto da época de Nostradamus.
É impossível alguém se quer imaginar quem passará a existir daqui a um minuto e de como será a sua história em relação a humanidade, quem dirá daqui após 5 séculos, não é mesmo? rs

Vejo que tudo que ele escreveu era apenas para época dele e não para várias gerações futuras. E que mesmo para sua época era também "pedras lançadas para cima", e é claro que de tudo que ele "profetizava", uma pedra de fato iria cair ao menos uma dentro do copo d`água evidentemente! Esquecendo que tanto por parte do povo de sua época e da nossa também, que as demais "pedras" que sempre era a maioria, caiam para fora do copo, e as mesmas não foram levadas em consideração em que todas elas deveriam ser questionadas, já que todas eram "profecias", porque então todas as demais "pedras" não caíram dentro do "copo" ????!!!!

Um profeta se faz com apenas um fato realizado e concretizado? Um profeta não deveria acerta com 100% de suas profecias, já que ele é um canal de influência metafísica inerrante e infalível? 


Pra mim, esse personagem era só um cara que tinha certas percepções de coisas que realmente poderia ou não acontecer, se tal coisa ou pessoas continuassem a trilhar certos caminhos, que os levaria a algo bom ou não....ou seja, ele era um observador e muito sensível aos movimentos óbvios das coisas.
Mas ele não era perfeito em tudo que observava, não era adivinho ou um profeta, e que nada que ele "profetizou" era algo de alguém especial com habilidades além da linha do tempo.

Infelizmente é muito difícil pra quem tem essa habilidade de percepção das coisas e da vida, se manter dentro da realidade dos fatos, as pessoas logo associam equivocadamente que ele era alguém com uma capacitação que o faz dele como um "instrumento" da "providência", ou de uma "força divina" ou de cunho "espiritual" desconhecida. Mas isso é apenas um movimento de crença coletiva de falsa atribuição que as próprias pessoas dão sem condizer com a realidade do mundo real.

Então sendo assim, uma pessoa [sensível e observadora], é alguém habilidosa sim, porém limitada em sua(((percepção)))mas que está naturalmente dentro do fluxo da(((lei da probabilidade))), que pode ou não acontecer. E que mesmo quando algo acontece, do que ele disse antes de algum evento acontecer, não foi uma "profecia", ou de que alguém "adivinhou", foi só o que ele percebeu além da maioria de algo que já estava sendo projetado para acontecer dentro de sua própria geração e não algo escrito para após 500 anos.

Então lembre se disso: Se eu digo (adivinho) algo que ainda não aconteceu, o mesmo pode sim acontecer, porque há possibilidades, de algo acontecer ou não, dentro da minha sensibilidade e percepção de algo que está sendo construído fora da visão da maioria.

E muitas vezes também pode ser só algo da cabeça dele, e é o que mais acontece com essas pessoas, que se colocam iludidamente numa posição "privilegiada" diante da sociedade, ou vice e versa!!!

Mas se alguém acertar o que disse antes de um evento acontecer, isso não o faz dele alguém "especial",  se ele acertar ou não o que supostamente adivinhou, porque quem vive de "profetizar" ou "adivinhar", tanto o adivinho quanto os adeptos desses crenças, esquecem que de tudo que ele "adivinhou", 99,99% caíram fora do copo. 



Vou dar um exemplo de um homem que em sua época era extremamente perspicaz e de um nível de consciência sem igual diante de sua realidade social em que vivia, e que não é nada de diferente de nossa sociedade em que estamos inseridos em nossos dias atuais. 

Esse homem era nada mais e nada menos, que o famoso George Orwel, e se é assim que se classifica um "profeta" ou "adivinho", então essa pessoa era ele, porque até hoje vem acontecendo tudo o que ele disse em sua obra.

A diferença do escritor e jornalista George Orwel com o ícone da crença popular Nostradamus, é que George Orwel não atribuía a tudo que ele percebia a nada, a não ser a uma aguçada percepção própria e natural diante dos problemas vigentes que iria se agigantar com o passar dos tempos, porém Nostradamus, sempre via tudo com paixão diante da realidade adaptada e harmonizada com suas crenças pessoais e nessa ele foi ganhado peso e destaque.
Infelizmente uma pessoa que tem e leva o rótulo de profeta, guru, vidente ou guia, tem e ganha mais destaque do que alguém que racionalmente analisa e pauta as suas percepções dos fatos com realismo e honestidade. 


O que falar do temível e paranoico FIM DO MUNDO?


Vale uma ressalva aqui, quanto a insana ansiedade humano pelo fim do mundo.

Meus caros leitores, o fim do mundo ou o fim da existência, não é e nem nunca foi algo de ordem de crença religiosa ou divina, mas algo que cientificamente vai sim chegar e acontecer querendo a gente ou não, porque é algo já preestabelecida naturalmente pelo Universo desde de sua origem.


Então alguém dizer que o fim do mundo irá acontecer breve ou não, seria a mesma coisa, de alguém adivinhar ou profetizar que o sol irá nascer no dia seguinte....rsrsrs

Então Nostradamus, não era adivinho e nem profeta, mas era ele tão somente um homem, que falava com um tom profético de coisas que de tempos em tempos inevitavelmente acontece no que tange a força da natureza e da ambivalência do ser humano. 

- Por Renato Brito



FOMOS A LUA? Mito Verdade?

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Vamos ver porque fomos a Lua e não voltamos mais. E porque ainda tem gente que não acredita nisso.
  

FONTES

19 de jan de 2017

Reflexão do cenário de vida dos seres humanos.

Um comentário:
QUANDO VOCÊ TEM COMO "MODELO" A SER SEGUIDO, VOCÊ PERDE A SI MESMA PARA A META SOCIALMENTE IMPOSTA PELA MAIORIA, PORÉM QUANDO VOCÊ SE VÊ ANTES POR DENTRO, E VOCÊ LIVREMENTE SE EXTRAI, VOCÊ GANHA O SEU PRÓPRIO UNIVERSO.

Vamos a Reflexão abaixo:
"O cenário é mais ou menos esse: amigo formado em comércio exterior que resolveu largar tudo para trabalhar num hotel em Morro de São Paulo, amigo com cargo fantástico em empresa multinacional que resolveu pedir as contas porque descobriu que só quer fazer hamburger, amiga advogada que jogou escritório, carrão e namoro longo pro alto para voltar a ser estudante, solteira e andar de metrô fora do Brasil, amiga executiva de um grande grupo de empresas que ficou radiante por ser mandada embora dizendo “finalmente vou aprender a surfar”.

Você pode me dizer “ah, mas quero ver quanto tempo eles vão aguentar sem ganhar bem, sem pedir dinheiro para os pais.”


Nada disso. A onda é outra. Venderam o carro, dividem apartamento com mais 3 amigos, abriram mão dos luxos, não ligam de viver com dinheiro contadinho. O que eles não podiam mais aguentar era a infelicidade.
Engraçado pensar que o modelo de sucesso da geração dos nossos avós era uma família bem estruturada. Um bom casamento, filhos bem criados, comida na mesa, lençóis limpinhos. Ainda não havia tanta guerra de ego no trabalho, tantas metas inatingíveis de dinheiro. Pessoa bem sucedida era aquela que tinha uma família que deu certo.
E assim nossos avós criaram os nossos pais: esperando que eles cumprissem essa grande meta de sucesso, que era formar uma família sólida. E claro, deu tudo errado. Nossos pais são a geração do divórcio, das famílias reconstruídas (que são lindas, como a minha, mas que não são nada do que nossos avós esperavam). 


O modelo de sucesso dos nossos avós não coube na vida dos nossos pais. E todo mundo ficou frustrado.
Então nossos pais encontraram outro modelo de sucesso: a carreira. Trabalharam duro, estudaram, abriram negócios, prestaram concurso, suaram a camisa. Nos deram o melhor que puderam. 

Consideram-se mais ou menos bem sucedidos por isso: 

há uma carreira sólida? 
Há imóveis quitados? 
Há aplicações no banco? 
Há reconhecimento no meio de trabalho? 
Pessoa bem sucedida é aquela que deu certo na carreira.
E assim nossos pais nos criaram: nos dando todos os instrumentos para a nossa formação, para garantir que alcancemos o sucesso profissional. Nos ensinaram a estudar, investir, planejar. Deram todas as ferramentas de estudo e nós obedecemos. Estudamos, passamos nos processos seletivos, ocupamos cargos. E agora? O que está acontecendo?


Uma crise nervosa. Executivos que acham que seriam mais felizes se fossem tenistas. Tenistas que acham que seriam mais felizes se fossem bartenders. Bartenders que acham que seriam mais felizes se fossem professores de futevôlei.

Percebemos que o sucesso profissional não nos garante a sensação de missão cumprida. Nem sabemos se queremos sentir que a missão está cumprida. Nem sabemos qual é a missão. Nem sabemos se temos uma missão. Quem somos nós?
Nós valorizamos o amor e a família. Mas já estamos tranquilos quanto a isso. Se casar tudo bem, se separar tudo bem, se decidir não ter filhos tudo bem. O que importa é ser feliz. Nossos pais já quebraram essa para a gente, já romperam com essa imposição. Será que agora nós temos que romper com a imposição da carreira?
Não está na hora de aceitarmos que, se alguém quiser ser CEO de multinacional tudo bem, se quiser trabalhar num café tudo bem, se quiser ser professor de matemática tudo bem, se quiser ser um eterno estudante tudo bem, se quiser fazer brigadeiro para festas tudo bem!
Afinal, qual o modelo de sucesso da nossa geração?
Será que vamos continuar nos iludindo achando que nossa geração também consegue medir sucesso por conta bancária? Ou o sucesso, para nós, está naquela pessoa de rosto corado e de escolhas felizes? 


Será que sucesso é ter dinheiro sobrando e tempo faltando ou dinheiro curto e cerveja gelada? Apartamento fantástico e colesterol alto ou casinha alugada e horta na janela? Sucesso é filho voltando de transporte escolar da melhor escola da cidade ou é filho que você busca na escolinha do bairro e pára para tomar picolé de uva com ele na padaria?
Parece-me que precisamos aceitar que nosso modelo de sucesso é outro. Talvez uma geração carpe diem. Uma geração de hippies urbanos. Caso contrário não teríamos tanta inveja oculta dos amigos loucos que “jogaram diploma e carreira no lixo”. Talvez- mera hipótese- os loucos sejamos nós, que jogamos tanto tempo, tanta saúde e tanta vida, todo santo dia, na lata de lixo."


18 de jan de 2017

"BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO!"

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Quais ideias estão por trás da frase “Bandido Bom é Bandido Morto”? Será que devemos repetí-la? E a Pena de Morte, devemos apoia-la? Aqui vão minhas considerações sobre o assunto!



Link do vídeo sugerido: O Grande Inimigo


15 de jan de 2017

UMA POSSÍVEL CURA PRO CÂNCER?

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Referências:
- Nanopartículas estimulam sistema imunológico a eliminar células cancerígenas (Science):
http://www.sciencemag.org/news/2017/0... 

- Nova técnica anti-câncer combina quimioterapia com fototerapia e imunoterapia (Nature):
http://www.nature.com/articles/ncomms... 

- Terapia fotodinâmica de nanopartículas e o câncer de mama e pulmão (ACS):
http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/j... 

Não se esqueça de curtir e compartilhar!
Nos vemos no próximo vídeo!
Um abraço!
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Arte, introdução e finalização criados por Caique Oliveira// xHardbass.
https://www.youtube.com/xhardbass

Este canal faz parte do Science Vlogs Brasil, um selo de qualidade colaborativo que reúne os divulgadores de ciência mais confiáveis do Youtube Brasil. Conheça todos os canais: youtube.com/c/sciencevlogsbrasil


14 de jan de 2017

A sociedade contemporânea é organizada para formar consumidores.

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A sociedade contemporânea é organizada para formar consumidores. Essa é nossa maior produção em massa: Consumidores. Está em nossa industria cultural, na religião, nas relações, na educação, na moda, no estilo de vida, nos pensamentos que reproduzimos sem nenhuma reflexão crítica.
Não percebemos o quanto assimilamos certos dogmas e os apelidamos de "certo" enquanto rotulamos como "errado" qualquer movimento que contrarie o fluxo da produção de consumidores.
Sair dessa linha de produção pode gerar punições. Somos expulsos de nossas comunidades encubadoras, somos chamados de hereges por agredirmos os deuses que estão por trás da maior parte dos símbolos que cultuamos.
Por trás das confissões, essa tem sido nossa fé: A salvação pelo consumo.
É por isso que nos esforçamos tanto para consumirmos mais! Cegos, não vemos que essa tem sido a tônica de nossas relações, a modelagem de nossas crenças, o paradigma de como educamos nossos filhos. Uma educação para consumidores.
É o que nos legitima como cidadãos "bem sucedidos", nos ilude, pensando que finalmente somos "alguém".
Aprendemos que ter vale mais do que ser. Valorizamos quem tem. Aplaudimos os reis, bajulamos os políticos, contratamos palestrantes/sacerdotes do "sucesso", consumimos literatura que fala sobre "poder", "conquistar", "realizar" e seguimos a "escalada rumo ao topo" deixando para trás os inaptos, os "vagabundos", os artistas, os poetas. Nossa arte só será arte se vender muito, se for cara, se a massa quiser. Vale a quantidade. O ter, não o ser.
Distraídos, nos tornamos plásticos, facilmente modelados, ocos, ideais para assimilarmos sem questionamentos a próxima mensagem publicitária, oráculos revelando o produto que mudará para sempre nossas vidas, até a próxima novidade. Engrenagens de uma máquina voraz que se alimenta da nossa energia, nossa criatividade, nossas motivações, nossa fé.
Humanos reduzidos a consumidores. Gente em forma de produto, política embalada por jingles, fé na prata , "a industria pede, nós formamos", como alardeia uma faculdade aqui no Sul.
O consumismo não se limita a um ato, mas é uma mente, uma grande mente coletiva que norteia nossos valores e nos cega diante da corrosão de um pensamento único, cada vez mais presente em nossas escolhas, nós, que nascemos para consumir.

- Flávio Siqueira

13 de jan de 2017

POR QUE OS MACACOS NÃO FALAM?

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A linguagem complexa é um grande diferencial do ser humano. Por muito tempo se pensou que uma das razões dos primatas não falarem, era por sua estrutura vocal não estar bem adaptada. Será mesmo?




12 de jan de 2017

NASA Detectou Objeto Misterioso Vindo pra Terra? - Asteroide Passa de Raspão. Mito ou Verdade?

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Vídeo do Space Today sobre o asteroide 2017 AG13: http://bit.ly/2jc4W6j 

Fontes: 
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php... 
http://www.sciencealert.com/an-astero...


11 de jan de 2017

Homem que vive sem 90% de seu cérebro faz cientistas reavaliarem conceito de consciência

Um comentário:
Por muitos anos a ciência acreditou que a consciência estaria relacionada ao cérebro, órgão capaz de promover os impulsos elétricos não só do raciocínio, como também outros enviados ao sistema nervoso e ao restante do organismo. No entanto, um caso descrito pela primeira vez em 2007 tem causado grande polêmica para os pesquisadores: o do homem que conseguia manter uma vida relativamente normal com apenas 10% de seu cérebro. Veja a seguir:

Caso foi descrito pela primeira vez em 2007 e tem intrigado os cientistas, uma vez considerado impossível manter a consciência do mundo ao redor com a perda da maioria dos neurônios. Esta história aconteceu com um homem francês, que prefere ter seu nome não identificado, aos 44 anos quando havia procurado um médico por sentir uma leve fraqueza na perna esquerda. Após vários exames, o médico pediu então diagnósticos de imagem de seu cérebro e descobriu que praticamente toda a região que deveria conter tecido cerebral em estava ocupada por líquido, restando apenas uma fina camada do órgão. Isso fez os médicos acreditarem que o cérebro foi se degenerando ao longo do tempo, uma vez diagnosticado com hidrocefalia ao nascer. O homem possuía uma endoprótese que até os 14 anos de idade era capaz de impedir o acúmulo de fluido que, todavia, foi removida, fator que teria causado o início do lento processo de degeneração.

O homem não é considerado mentalmente deficiente, mesmo com apenas 10% restantes de seu cérebro. Ele tem um QI de apenas 75, uma pontuação considerada baixa, porém mesmo assim era capaz de trabalhar e criar seus dois filhos, não apresentando sintomas neurológicos – apenas a fraqueza na perna que o atrapalhava em tarefas diárias.

Pesquisadores da área acreditam que o cérebro consiga aprender infinitas coisas inúmeras vezes, sendo a consciência progressiva, de forma que não nascemos com ela. Assim, o desenvolvimento do cérebro pode acontecer de diferentes formas em diferentes indivíduos. “Consciência é a teoria não conceitual em que o cérebro aprende sobre ele mesmo, sendo a consciência adquirida com a experiência – isto é, aprendendo, interagindo consigo mesmo, com o mundo e com outras pessoas”, diz Axel Cleeremans, psicólogo cognitivo da Universidade Livre de Bruxelas (Bélgica).

Entretanto, este caso provocou questionamentos sobre o que é necessário para que um ser humano tenha consciência, uma vez acreditado que a consciência estaria ligada às partes especificas do cérebro, como o Claustro a título de exemplo. Porém, se esta hipótese tivesse correta, o homem francês não poderia estar consciente do mundo ao seu redor e viver com normalidade, mesmo sem os 90% de seus neurônios, e assim seria improvável que uma área específica fosse a responsável pela consciência. A hipótese de Cleermans chamada de “tese da plasticidade radical”, foi apresentada neste último mês de junho em Buenos Aires, durante a conferência da Associação do Estudo Científico da Consciência. Para o pesquisador, o cérebro do homem francês provavelmente conseguiu se adaptar à erosão causada pelo acúmulo de líquido e assim compensar nas áreas restantes as atividades que normalmente aconteceriam na parte ausente.

[Fonte]
http://universointeligente.org/

10 de jan de 2017

Cadê o ancestral, o elo perdido?

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Respondendo à questão mais frequente do primeiro vídeo da série sobre evolução: porque o ancestral entre humanos e chimpanzés está extinto? Por que nunca acham o elo perdido?




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