30 de set de 2014

Exclusivo: documentos da CIA, FBI e PF mostram como age a rede do terror islâmico no Brasil

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A Polícia Federal tem provas de que a Al Qaeda e outras quatro organizações extremistas usam o país para divulgar propaganda, planejar atentados, financiar operações e aliciar militantes

Khaled Hussein Ali nasceu em 1970, no leste do Líbano. Seguidor da corrente sunita do islamismo, prestou serviço militar. Depois, sumiu. No início dos anos 90, reapareceu em São Paulo. Casou-se e teve uma filha. Graças a ela, obteve, em 1998, o direito de viver no Brasil. Mora em Itaquera, na Zona Leste paulistana, e sustenta sua família com os lucros de uma lan house. Ali leva uma vida dupla. É um dos chefes do braço propagandístico da Al Qaeda, a organização terrorista comandada pelo saudita Osama bin Laden. De São Paulo, o libanês coordena extremistas em dezessete países. Os textos ou vídeos dos discípulos de Bin Laden só são divulgados mediante sua aprovação. Mais: cabe ao libanês dar suporte logístico às operações da Al Qaeda. Ele faz parte de uma rede de terroristas que estende seus tentáculos no Brasil.

Tratado como “Príncipe” por seus comparsas, Ali foi seguido por quatro meses pela Polícia Federal, até ser preso, em março de 2009. Além das provas de terrorismo na internet, a Polícia Federal encontrou no computador de Ali spams enviados aos Estados Unidos para incitar o ódio a judeus e negros. Abordado por VEJA, Ali negou sua identidade. Esse material, no entanto, permitiu que a Polícia Federal o indiciasse por racismo, incitação ao crime e formação de quadrilha. Salvou-se da acusação de terrorismo porque o Código Penal Brasileiro não prevê esse delito. O libanês permaneceu 21 dias preso. Foi liberado porque o Ministério Público Federal não o denunciou à Justiça. Casos como o de Ali alimentam as divergências do governo americano com o Brasil.

Há dois meses, VEJA teve acesso a relatórios da PF sobre a rede do terror no Brasil. Além de Ali, vinte militantes da Al Qaeda, Hezbollah, Hamas e outros dois grupos usam ou usaram o Brasil como esconderijo, centro de logística, fonte de captação de dinheiro e planejamento de atentados. A reportagem da revista também obteve os relatórios enviados ao Brasil pelo governo dos EUA. Esses documentos permitiram que VEJA localizasse Ali e outros quatro extremistas. Eles vivem no Brasil como se fossem cidadãos comuns. Embora seja autora das investigações, a PF assume um comportamento ambíguo ao comentar as descobertas de seu pessoal. A instituição esquiva-se, afirmando que “não rotula pessoas ou grupos que, de alguma forma, possam agir com inspiração terrorista”. Esse discurso dúbio e incoerente não apenas facilita o enraizamento das organizações extremistas no Brasil como cria grandes riscos para o futuro imediato.

Leia a reportagem completa na edição de VEJA desta semana, que já está nas bancas

http://veja.abril.com.br/

29 de set de 2014

"Missionária" Elizabete batista, Pilantra, retira suposta obra maligna da cabeça de jovem (Vídeo)

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Pastora enganando, Vamos denunciar irmãos é caso de policia veja:
No Brasil o charlatanismo é um tipo criminal, assim consagrado pelo artigo 283 do Código Penal Brasileiro, tratando a matéria no capítulo dos Crimes contra a incolumidade pública e não naquele referente às fraudes.

Pela legislação brasileira o charlatanismo é conduta de "Inculcar ou anunciar cura por meio secreto ou infalível". Na exegese do artigo, tem-se a prática como o objetivo doloso - onde há a intenção clara de praticar-se o delito. Inculcar tem o sentido de fazer-se de bom, insinuante; anunciar pode ser feito tanto nos meios de divulgação escritos e verbais, mesmo um simples pregão; secreto quer dizer que os princípios contidos no mecanismo de cura não são explicitados, tal como preconizam os organismos regulamentadores mundiais.
Nota-se que o efeito "cura" não importa: quer a vítima tenha ou não se curado, o charlatão continua incurso no tipo criminal.


OS SUMÉRIOS E OS ANUNNAKI (DEUSES)

3 comentários:

(Leiam todo o texto para entenderem)
De acordo com os documentos pesquisados, consegui achar que segundo alguns recentes trabalhos de famosos arqueólogos e investigadores a antiga civilização Suméria, descoberta inicialmente de forma casual em 1854, e redescoberta como cultura em 1923, após o achado dos restos da antiga cidade de Ur (Ur em egípcio significa "terra distante"), teria surgido por volta de 4000 a.C. na desaparecida localidade de Eridu, uma região hoje árida e estéril da Baixa Mesopotâmia, outrora fértil e profícua, próxima ao golfo Pérsico. Exatamente localizada entre os rios Tigre e Eufrates, nas regiões do Oriente Médio, atual Iraque.
Todas as descobertas realizadas até o momento apontavam que essa antiga e fantástica civilização surgiu repentinamente, sem qualquer processo gradual ou transitório de desenvolvimento. Além do mais, ninguém sabia ao certo qual fora a origem deste povo, pois sua linguagem e cultura não apresentavam antecedentes identificáveis.
De acordo com um grande número de achados, foi possível descobrir que invenções como a roda, o forno e os tijolos já faziam parte do seu conhecimento tecnológico havia muito tempo, dando a entender que provavelmente aqui surgiram pela primeira vez em nosso mundo. Também foi aqui onde a religião, os templos e o sacerdócio se originaram, onde as cidades literalmente floresceram com prédios de vários andares, palácios requintados, portos para a navegação e o comércio, além de uma incrível rede de irrigação e canalização de água potável e esgoto. Um sistema legal com leis, cortes, juízes, advogados e promotores também existiu, não deixando nada a desejar em relação à moderna estrutura atual. As artes então, como a música, a dança e a pintura, enfim, todo esse segmento proliferou amplamente. De igual forma a educação e o ensino gozavam de escolas e academias onde se estudava de tudo, inclusive medicina, química, matemáticas e outras ciências. Até resulta incrível o fato de que, no seu calendário, o ano estava dividido em doze meses.
Em meio a todos estes conhecimentos e conquistas, também encontrava- se a escrita, levada adiante dentro de um processo amplamente sofisticado de gravação. Recibos, contratos, códigos, leis, processos judiciais, arquivos reais, documentos históricos, dicionários de outras línguas e muitos outros trabalhos literários e científicos foram registrados em pequenas tábuas de barro, num processo de escritura chamada de "cuneiforme". 


28 de set de 2014

Emanuela Orlandi: Mais um escândalo no vaticano

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Emanuela Orlandi, era a filha de um funcionário do Vaticano, tinha 15 anos quando, em 22 de junho de 1983, desapareceu enquanto ia para a escola de música, em Sant'Apolinare, no centro de Roma.

29 anos depois o caso voltou a tona depois de um telefonema anónimo que denunciou que um mafioso italiano, Enrico De Pedis estava enterrado na Basílica de São Apolinário no vaticano insinuando ligações entre a máfia e a cúpula da igreja católica.

Ora as suspeitas confirmaram-se, a polícia de Roma abriu uma tumba na Basílica de São Apolinário, onde estão enterrados vários cardeais e altos cargos do Vaticano, e confirmou a existência de dezenas de ossadas e do corpo intacto do mafioso Enrico De Pedis, um dos chefes da organização Magliana, que agia em Roma. De Pedis, que morreu em 1990 e é suspeito do desaparecimento da jovem Emanuela Orlandi, há quase 30 anos, filha de um empregado do Vaticano, que vivia no pequeno estado papal. A suspeita foi confirmada após análises de DNA, informou o jornal “La Reppublica”.

Plano nazista para dominar a América do sul através da Argentina

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WASHINGTON – Barack Obama Admite, Aliens Controlam Secretamente os Principais Governos do Mundo !!!

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WASHINGTON – Barack Obama Admite, Aliens Controlam Secretamente os Principais Governos do Mundo !!!


WASHINGTON – O presidente Barack Obama anunciou que os estrangeiros (extra-terrestres) estão controlando os principais governos do mundo desde pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Presidente Obama fez a declaração impressionante em uma conferência de imprensa marcação da Casa Branca no início desta manhã.

“Isso vem acontecendo desde os anos 1950″, o presidente Obama disse à multidão de repórteres atônitos, “Eles foram atraídos para o nosso planeta em grande número, devido à nossa descoberta da fissão atômica, para nosso uso de armas nucleares”.

Obama descreveu como o 1947 Roswell incidente envolveu um tipo de alienígena popularmente conhecido como The Greys, que foram os primeiros a fazer-se exteriormente conhecido.


“Hoje, praticamente todo ser humano sobre a terra sabe o que um estrangeiro cinzento parece,” o presidente disse, com um encolher de ombros: “Depois que o contato foi estabelecido com os Greys, o presidente Truman fez um acordo com eles, deixá-los construir bases aqui em troca de tecnologia.

Depois disso, o presidente Eisenhower encontrou-se com um grupo de Aliens comumente conhecidos como os países nórdicos, que são semelhantes o suficiente para os seres humanos terrestres a se mover entre nós quase que completamente despercebido.


Ashtar Sheran

Eles nos ofereceram um lugar na fraternidade universal de iluminação se estávamos dispostos a desarmar-nos de arma nuclear.

Infelizmente, tanto nós como a União Soviética, que também estavam enfrentando esta oferta, decidiu segurar as armas nucleares “.


O Presidente passou a explicar que, desde então, uma variedade de grupos alienígenas criaram programas secretos para contornar a resistência por parte dos governos mundiais a abandonar as armas nucleares e a ameaça de devastação multi-dimensional que representam.

“Aliens foram em torno de um longo tempo, e não todos eles viajar de nave espacial”, o presidente Obama explicou: “Eles podem manipular o tempo e o espaço, que são propriedades importantes e fortemente interligada da realidade, mas não os únicos. Um resultado que a manipulação é anti-gravidade de propulsão mais rápida que a luz. Outro resultado é uma forma de controle sobre os tipos de percepção trans-dimensional mais comumente conhecido como visão remota, telepatia, viagem astral, bi-localização, ou qualquer de um grande número de outros nomes. “

Balançando a cabeça para si mesmo, o presidente fez uma pausa para tomar um longo olhar para os rostos apreensivos enchendo a sala em silêncio.

“O ponto é,” ele continuou, “os estrangeiros têm controlado os nossos governos nos últimos 60 anos e …”

Nesse ponto, o presidente Obama levantou a mão para cobrir o que, a princípio, parecia ser uma tosse.

“Desculpe, eu não poderia me ajudar”, disse o presidente disse, enxugando uma lágrima do canto do olho depois que ele terminou de rir, “estou apenas brincando sobre os estrangeiros que controlam o nosso governo. Não, nós, os seres humanos somos responsáveis ​​pela terrível confusão em que estamos e nós apenas estamos indo ter que nos livrarmos dele, tudo por nós mesmos. “

Fonte:http://nineinchnews.com 

Religioso, casal cria site de swing para troca de parceiros cristãos e versículos da Bíblia

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Cristy e Dean Parave criaram um site voltado para pessoas religiosas e adeptas da troca de casais. “Não acho que Deus está condenando o que estamos fazendo”, diz americana

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Cristy Parave e seu marido, Dean, afirmam não ter nenhum receio de encontrar outros casais e apresentá-los ao estilo de vida dos dois (Foto: Reprodução / Facebook Cristy Parave )

CRISTY PARAVE E SEU MARIDO, DEAN, AFIRMAM NÃO TER NENHUM RECEIO DE ENCONTRAR OUTROS CASAIS E APRESENTÁ-LOS AO ESTILO DE VIDA DOS DOIS (FOTO: REPRODUÇÃO / FACEBOOK CRISTY PARAVE )

Um casal da Flórida vem mudando a maneira que as pessoas, especialmente as mais religiosas, praticam sua fé. Eles criaram um site de swing, a troca de parceiros sexuais, voltado para os cristãos adeptos da prática.

Cristy Parave e seu marido, Dean, afirmam não ter nenhum receio de encontrar outros casais e apresentá-los ao estilo de vida dos dois, basicamente trocando parceiros e versículos da Bíblia, segundo o “New York Post”.

Os dois, que são fisiculturistas, disseram estar cansados de procurar casais pela internet que não atendiam às expectativas de ambos e resolveram criar seu próprio site, o FitnessSwingers.com. Desde então, têm viajado pelos Estados Unidos, encontrando outros casais que querem compartilhar de sua sagrada liberdade sexual.

O casal têm viajado pelos Estados Unidos, encontrando outros casais que querem compartilhar de sua sagrada liberdade sexual (Foto: Reprodução / Facebook Cristy Parave)

O CASAL TÊM VIAJADO PELOS ESTADOS UNIDOS, ENCONTRANDO OUTROS CASAIS QUE QUEREM COMPARTILHAR DE SUA SAGRADA LIBERDADE SEXUAL (FOTO: REPRODUÇÃO / FACEBOOK CRISTY PARAVE)

O casal, que se conheceu durante uma competição de fisiculturismo, diz não se importar com o que os outros pensam sobre eles e acreditam que Deus também não acha que eles estejam maculando sua fé.

“Não acho que Deus está condenando o que estamos fazendo”, diz Cristy. “No início, eu tive um conflito, mas quanto mais cremos nele, mas faz sentido para a gente.” A fisiculturista de 44 anos afirma sentir que “a humanidade foi criada para se divertir e se relacionar sexualmente um com o outro”.

“Sinto que Deus está sempre comigo e ele nos colocou aqui por algum motivo”, completa. Os dois pesos-pesados cristãos estão juntos há 20 anos e começaram a dar suas escapadas na relação após terem conhecido outro casal amante dos halteres que, sem pestanejar, os convidou para um swing.

“Eu era tão ingênua, pensei que eles estavam falando sobre a dança”, conta Cristy. “Depois, quando chegamos em casa e procuramos pelo termo na internet pareceu excitante.”

http://revistamarieclaire.globo.com/

IllumiCorp - (Illuminati)

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27 de set de 2014

Hitler, Deus e a Bíblia

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Muitos se perguntam se Hitler era cristão, ateu, protestante, pagão...

Vou explicar alguns pontos para vocês entenderem a visão religiosa de Hitler e na Alemanha.

- Hitler acreditava sim em um deus, mas nunca deixou claro sua religião, foi criada por uma família religiosa mas nunca se declarou seguidor daquela religião, apenas que acreditava em Deus.

-O Paganismo era ligado a Himmler, líder da SS, havia uma parte da SS que era ligada ao paganismo/nórdico, e que algumas ideias de paganismo Himmler estava passando para Hitler.

- A Alemanha em si era cristã, mas porem não era permitido as testemunhas de jeová, mas porem, tinha cristãos e um católico diferente do que o de hoje em dia.- Os 3 mil cristãos perseguidos, é um argumento usado contra Hitler ser cristão, mais vale lembra
r que a maioria da Alemanha era cristã/católica, havendo cerca de mais de 80 milhões de habitantes.

-A igrja apoiou o nazismo, era de grande maioria, não todas, mais sim apoiavam o nazista na época, pois havia muitos padres que se tornaram nazista.


O SISTEMA CONTROLADOR

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Make By Liberte Sua Mente



OS ILLUMINATI MATARAM O CLODOVIL?

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26 de set de 2014

Ebola "bomba suja" a próxima grande medo: são grandes cidades vulneráveis ​​a ataque biológico?

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A possibilidade de Ebola que está sendo colhida por supostos terroristas e utilizados como uma arma biológica em uma grande cidade está agora na frente das mentes de muitos. Dr. Peter D. Walsh, da Universidade de Cambridge (6) está levantando publicamente o alarme sobre o mesmo aviso que emitiu na semana passada aqui em Notícias Natural  quando escrevi: "O Ebola é uma arma biológica perfeita. Devido à sua capacidade de sobreviver armazenamento e ainda funcionar muitos dias, semanas ou anos mais tarde, poderia ser facilmente colhida de vítimas infectadas e depois preservado usando nada mais do que um desidratador de alimentos comum. "
Ebola "bomba suja" a próxima grande medo são grandes cidades vulneráveis ​​a ataques biológicos 
Agora, o Dr. Walsh está acrescentando sua voz para o aviso em um artigo publicado no The Sun (1), dizendo que "risco grave é que um grupo consegue aproveitar o vírus como um pó, em seguida, explode em uma bomba em um populoso área pública. Isso poderia causar um grande número de mortes horríveis ".
O que nós dois rapidamente percebeu que esta situação se desenrolou é que o vírus Ebola não é muito difícil de adquirir porque as infecções são tão comuns. Colhendo o vírus é uma simples questão de tomar algumas gotas de sangue de um paciente que já tem a doença (e tentando não contaminar-se no processo).

Ebola é fácil de fazer em uma bomba, médico alerta

Como referi na semana passada aqui em Notícias Natural, Ebola permanece viável por tempo indeterminado se armazenado adequadamente. A Agência de Saúde Pública do Canadá explica: (2)
O vírus pode sobreviver no material líquido ou seco durante alguns dias. Infectividade é encontrado para ser estável à temperatura ambiente ou a 4 (C), durante vários dias, e indefinidamente estável a -70 C.
Como relata CBS Local: (7)
... Antropólogo biológico Dr. Peter Walsh diz que o risco deve ser levado a sério de grupos terroristas colocar as mãos sobre o vírus Ebola. "Um risco maior e mais grave é que um grupo consegue aproveitar o vírus como um pó, em seguida, explode em uma bomba em uma área densamente povoada", Walsh disse ao The Sun. "Isso pode causar um grande número de mortes horríveis."
Uma vez que o material chegou no local, como o Dr. Walsh descreve, pode ser amarrado a uma bomba química de algum tipo para dispersar o material Ebola em uma área movimentada, como uma estação de trem, estação de metrô, etc fechado, áreas internas são os alvos mais prováveis ​​de terroristas porque maximizar a concentração do material durante a dispersão.
"Especialistas temem que grupos terroristas estão construindo uma" bomba suja "contendo o consumo de carne vírus Ebola medroso e planeja explodi-la em uma cidade do Reino Unido", relata News.com.au (6).
A arma de auto-replicante

A razão Ebola é uma arma biológica tão perigoso é porque é auto-repetições. Os terroristas que invocam tal arma não estão apenas causando mortes entre aqueles que são imediatamente infectado; eles também iniciar um efeito cascata que pode resultar em centenas, milhares ou até dezenas de milhares de outras pessoas serem infectadas antes confinamento total seja alcançado.
Bombas de doenças infecciosas também seria extremamente exigente em recursos de resposta de emergência, amarrando-se não apenas a polícia e os investidores, mas também hospitais, médicos e especialistas em doenças infecciosas. A logística de quarentena e transporte do paciente também são um pesadelo para qualquer governo local ou nacional para lidar com eles.
Ao mesmo tempo, o fator medo de um ataque de arma biológica tem enormes "subornos" para os terroristas que estão tentando criar o máximo de terror possível. A idéia de que, uma arma mortal invisível foi desencadeada em sua própria cidade irá conduzir muitos moradores à beira da total pânico. O medo paralisa a cidade e encerrar quase todo o comércio, transporte e emprego.
Assim, um "Ebola bomba suja" alcança um tipo de destruição econômica e psicológica que simplesmente não pode ser igualada por uma bomba química. Ebola é aterrorizante por si só, e combiná-lo com um dispositivo de implantação multiplica o efeito terror na população.

Podemos parar de tais atos de terrorismo?

A verdadeira questão sobre isso é muito óbvio: Podemos parar a implantação de tal bomba em uma grande cidade como Nova York ou Londres?
Apesar dos melhores esforços de aplicação da lei e os operadores de segurança nacional, a resposta realista é um sonoro "não". Ebola é relativamente fácil de colher por um grupo terrorista determinado, e fazer uma bomba para dispersar é uma questão simples.
Portanto, a abordagem policial habitual de tentar manter o controle sobre as pessoas que compram materiais explosivos não será útil neste caso. É quase impossível impedir que alguém a construção e implantação de um tal dispositivo.
Armas de baixa tecnologia que rivalizam com a destruição de armas nucleares

Tenha em mente que realmente existem grupos malignos que tentam destruir a América em cada turno.Alguns deles operam de longe fora dos EUA, mas outros estão operando agora no interior do país. Com uma arma biológica como Ebola, eles têm acesso fácil à baixa tecnologia de armas de destruição em massa  e armas biológicas pode se aproximar da devastação das armas nucleares por causa de suas capacidades de auto-replicação.
O que torna esta situação ainda mais complexa é que a fonte dos ataques pode ser escondida , então os militares americanos não tem idéia do que a atacar em resposta. Se um grupo terrorista desencadeia uma bomba suja Ebola na Grand Central Station, que faz o Pentágono armas nucleares em troca? Não há resposta, porque ninguém sabe ... pelo menos não imediatamente.
Uma bomba suja Ebola pode ser construído e implantado por uma surpreendentemente pequena equipe.Essa equipe poderia ser financiado por um governo desonesto usando uma variedade de técnicas de financiamento encoberto sem deixar vestígios de sua origem. Regimes como a Coréia do Norte já anunciaram suas intenções de tentar destruir a América, batendo-nos com armas nucleares. Não é fora do reino das possibilidades que a Coreia do Norte poderia financiar uma equipe de armas biológicas desonestos para tentar causar uma pandemia de Ebola na América.
Pandemia acidental

Há também a possibilidade de que as autoridades de saúde dos EUA acidentalmente pode desencadear Ebola na população dos Estados Unidos, fazendo um erro grave no seu tratamento dos doentes de Ebola.Como a notícia Natural leitores sabem, pacientes Ebola foram importados os EUA ao longo dos últimos dias  , enquanto as autoridades de saúde ridiculamente afirmam que não há risco para a população norte-americana.
O radialista Michael Savage, que tem um PhD em epidemiologia, ofereceu algumas das melhores críticas dessas atividades tolas, dizendo: (3)
Todos estes especialistas na televisão estão nos dizendo é perfeitamente seguro e não precisa se preocupar. E a resposta mais idiota vem quando você perguntar-lhes como o médico que eles trouxeram para Atlanta contratada Ebola na África. Sua resposta é sempre a mesma: ". Oh, uma picada de agulha acidental" Isso é um absurdo. É possível que eles estavam experimentando sobre os pobres aldeões africanos ea doença ficou fora de controle. Agora, eles estão trazendo em pacientes altamente infecciosas nesta nação que é Ebola-free. Ao fazer isso, eles estão violando a regra primária de contágio: o isolamento. Eles agora estão usando esta: "Devemos combater os nossos medos ou permanecer compassivo." Esta história está se desfazendo.

Fontes : http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/news/58... ,,http://www.phac-aspc.gc.ca/lab bio/res/psds-...  http://www.wnd.com/2014/08/ebola-madness-é-... , http://www.naturalnews.com/046259_ebola_outb... , http: //www.naturalnews.com/046290_Ebola_pate ...  www.news.com.au/lifestyle/health/uk-raises-f... , http: //atlanta.cbslocal.com/2014/08/04/disea ... 

CUIDADO mais uma Religião Perigosa Surgiu na Internet os Irmãos YAOHUSHUA do YHWH

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A Seita YAHUSHUA é uma seita que obriga as fiéis a dizer o nome YHWH caso contrário todos queimarão no INFERNO para sempre por ordem do deus Javéh o deus de Israel, e tem que saber o tetragrama sagrado para ser iniciado na Seita do deus YHWH dos nomes Jeováh, Javéh, Elohim, El Shadai, El Elyon, Yehovah, Yeshua e tantos nomes dados ao deus de Israel dos Judeus.


NEFERTITI , A MAIS BELA RAINHA EGÍPCIA

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Nascida no ano de 1380 a.C., Nefertiti, cujo nome significa ‘a mais bela chegou’, foi uma rainha egípcia da XVIII dinastia que se tornou notável por ser a esposa do faraó Amenhotep IV, conhecido como Akhenaton, responsável por substituir o culto politeísta pela reverência a um deus único, o rei-sol Aton.
Com Akhenaton, Nefertiti teve seis filhas entre os nove anos de reinado do marido. São elas: Meritaton, Meketaton, Ankhesenpaaton, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré. Porém, ao longo do reinado egípcio de Akhenaton, três de suas filhas sucumbiram com o alastramento de uma peste da malária, que era conhecida como “doença mágica” por seu poder de devastação. Mais uma das filhas do casal, Meketaton, morreria cedo em decorrência de um afogamento acidental.
Apesar de ser um símbolo de beleza fascinante mesmo na atualidade, pouco se sabe sobre a vida de Nefertiti. Ela teve uma irmã que se chamava Mutnedjemet e foi criada pela ama Tiy, que era casada com um funcionário da nobre corte, até conhecer e casar-se muito jovem com o faraó Akhenaton.
rainha teve grande importância na disseminação do culto monoteísta junto ao seu marido, pois era uma das únicas que podia reverenciar e interceder diretamente com o rei-sol Athon. No reinado de Akhenaton, o faraó e a rainha eram responsáveis pela realização dos cultos e eram figuras representativas dessa divindade, fortalecendo os laços com a população.
Por sua grande popularidade, alguns historiadores defendem a tese de que Nefertiti tenha sido alvo de assassinato de alguns sacerdotes que defendiam o politeísmo. Outros especialistas, ainda, acreditam que ela tenha se tornado co-regente de Akhenaton, acumulando mais poder. Essa última tese é levantada graças a uma imagem em bloco de pedra onde a rainha aparece golpeando um inimigo com uma maça, remetendo à ideia de força.
Entretanto, sabe-se que após o término do reinado de seu marido, Nefertiti sumiu misteriosamente, pois poucas escrituras e imagens retratam esse período de sua vida. Alguns arqueólogos estimam que ela tenha morrido no ano de 1345 a.C.
Em dezembro de 1912, os alemães acharam em sua terra natal uma escultura que identificaram como o ‘busto de Nefertiti’, obra que tornou-se a principal referência estética de sua beleza e austeridade que marcou o período do Egito Antigo. Atualmente, a obra pertence ao Museu de Berlim, na Alemanha.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nefertiti
http://www.suapesquisa.com/egito/nefertiti.htm
http://cpantiguidade.wordpress.com/2010/01/08/perfil-historico-%E2%80%93-nefertiti-rainha-do-egito/

Nefertiti (c. 1380 - 1345 a.C.) foi uma rainha da XVIII dinastia do Antigo Egito, esposa principal do faraó Amenófis IV, mais conhecido como Aquenáton.

Raízes familiares
As origens familiares de Nefertiti são pouco claras. O seu nome significa "a mais Bela chegou", o que levou muitos investigadores a considerarem que Nefertiti teria uma origem estrangeira, tendo sido identificada por alguns autores como Tadukhipa, uma princesa do Império Mitanni (império que existiu no que é hoje a região oriental da Turquia), filha do rei Tushratta. Sabe-se que durante o reinado de Amenófis III chegaram ao Egito cerca de trezentas mulheres de Mitanni para integrar o harém do rei, num gesto de amizade daquele império para com o Egito; Nefertiti pode ter sido uma dessas mulheres, que adotou um nome egípcio e os costumes do país.
Contudo, nos últimos tempos tem vingado a hipótese de Nefertiti ser egípcia, filha de Ay, alto funcionário egípcio responsável pelo corpo de carros de guerra que chegaria a ser faraó após a morte de Tutancâmon. Aye era irmão da rainha Tié, esposa principal do rei Amenófis III, o pai de Aquenáton; esta hipótese faria do marido de Nefertiti o seu primo. Sabe-se que a família de Aye era oriunda de Akhmin e que este tinha tido uma esposa que faleceu (provavelmente a mãe de Nefertiti durante o parto), tendo casado com a dama Tié.
De igual forma o nome Nefertiti, embora não fosse comum no Egito, tinha um alusão teológica relacionada com a deusa Hathor, sendo aplicado à esposa real durante a celebração da festa Sed do rei (uma festa celebrada quando este completava trinta anos de reinado).

Casamento com Amenófis


Aquenáton e Nefertiti
Não se sabe que idade teria Nefertiti quando casou com Amenófis (o futuro Aquenáton). A idade média de casamento para as mulheres no Antigo Egipto eram os treze anos e para os homens os dezoito. É provável que tenha casado com Amenófis pouco tempo antes deste se tornar rei.
O seu marido não estava destinado a ser rei. Devido à morte do herdeiro, o filho mais velho de Amenófis III, Tutmés, Amenófis ocupou o lugar destinado ao irmão. Alguns autores defendem uma co-regência entre Amenófis III e Amenófis IV, mas a questão está longe de ser pacífica no meio egiptológico. A prática das co-regência era uma forma do rei preparar uma sucessão sem problemas, associando um filho ao poder alguns anos da sua morte.
Nos primeiros anos do reinado de Amenófis começaram a preparar-se as mudanças religiosas que culminariam na doutrina chamada de "atonismo" (dado ao facto do deus Aton ocupar nela uma posição central). Amenófis ordenou a construção de quatro templos dedicados a Aton junto ao templo de Amon em Karnak, o que seria talvez uma tentativa por parte do faraó de fundir os cultos dos dois deuses. Num desses templos, de nome Hutbenben (Casa da pedra Benben), Nefertiti aparece representada como a única oficiante do culto, acompanhada de uma filha, Meketaton. Esta cena pode ser datada do quarto ano do reinado, o que é revelador da importância religiosa desempenhada pela rainha desde o início do reinado do seu esposo.
No ano quinto do reinado, Amenófis IV decidiu mudar o seu nome para Aquenáton, tendo Nefertiti colocado diante do seu nome de nascimento o nome Nefernefernuaton, "perfeita é a perfeição de Aton". Nefertiti passou a partir de então a ser representada com a coroa azul, em vez do toucado constituído por duas plumas e um disco solar, habitual nas rainhas egípcias.
Durante algum tempo defendeu-se que Aquenáton teria introduzido pela primeira vez na história do mundo o conceito do monoteísmo, impondo às classes sacerdotais e populares o conceito de um só deus, o deus do sol, onde o disco solar representava o deus sol que regia sobre tudo na face da terra. Hoje em dia porém considera-se que seria um henoteísmo exacerbado.
Os muitos templos que celebravam os deuses tradicionais do Egito foram todos rededicados pelo rei ao novo deus por ele imposto. Especula-se que esta pequena revolução, entre outros possíveis objetivos, possa ter servido para consolidar e engrandecer ainda mais o poder e importância do faraó. Após o reinado de Aquenáton, o Egito antigo voltaria às suas práticas religiosas politeístas.

Nefertiti em Aquetáton

Aquenáton decidiu, igualmente a construção de uma nova capital para o Egito dedicada a Aton, que recebeu o nome de Aquetáton ("O Horizonte de Aton"). A cidade situava-se a meio caminho entre Tebas e Mênfis, sendo o lugar onde se encontram hoje as suas ruínas conhecido como Amarna. A cidade foi inaugurada no oitavo reinado de Aquenáton. Demorando apenas 3 anos para ficar pronta!
Um talatat (bloco de pedra) de Hermópolis (perto de Amarna) mostra a rainha Nefertiti a destruir o inimigo do Egito, personificado por mulheres prisioneiras, numa cena que até então tinha sido reservada aos reis desde os tempos da Paleta de Narmer.

Vida familiar


Estela que representa a família real. Museu Egípcio do Cairo.
Nefertiti teve seis filhas com Aquenáton: Meritaton, Meketaton, Anchesenamon, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré. Pensa-se que as três primeiras filhas nasceram em Tebas antes do sexto ano de reinado e as três últimas em Aquetáton entre o sexto e o nono ano de reinado.
A segunda filha do casal, Meketaton, faleceu pouco antes do décimo segundo ano de reinado, como mostra uma cena que representa Aquenáton e Nefertiti a chorar diante do leito de morte da filha, essa filha teria morrido afogada. Durante o reinado de Aquenáton espalhou-se por todo Egipto uma peste, além de um surto de malária, conhecido na época como "doença mágica" que matou 3 filhas do casal, além de quase ceifar a vida de Tutancâmon.
A família real é representada em várias estelas em cena de intimidade familiar, com Nefertiti a amamentar uma filha ou com o casal a brincar com estas enquanto recebe os raios de Aton, que terminam em mãos com o símbolo do ankh. Trata-se de representações até então não presentes na arte egípcia.

Duas filhas de Nefertiti. Fragmento de uma pintura mural de Amarna c. 1360 a.C.Ashmolean Museum
Um aspecto que gera alguma perplexidade nestas representações são os crânios alongados dos membros da família real. Aquenáton, por exemplo, surge em estátuas e relevos como um homem muito diferente da norma e representado fora dos padrões rígidos da cultura milenar da época, exibindo femininos e andróginos, com uma cintura fina, porém com quadris largos e coxas decididamente femininas. Além disso, em várias obras os seus seios são aparentes. A sua face também aparece alongada e com lábios carnudos, femininos e sensuais. Para alguns estas características indicariam que a família sofreria de síndrome de Marfan, enquanto que outros consideram tratar-se de uma mera tendência estética exagerada, que visava criar novos padrões estéticos à semelhança do que tinha acontecido no campo da religião, segundo historiadores, Aquenáton queria mostrar nessas esculturas que somos muito mais que imagens, e pedia para ser retratado dessas formas para escandalizar os co-cidadãos, e também pelo fato de querer mostrar que ele era o "Grande esposo real" de Nefertiti, que assumiu a direção do Egipto como co-regente, deixando Aquenáton livre para ser o sumo sacerdote de Aton, as únicas imagens reais de Aquenáton e Nefertiti foram esculpidas em suas tumbas mortuárias, onde mostram claramente que Nefertiti era a mulher mais bela da época e Aquenáton não tinha os traços dos egípcios conhecidos.
Com Kia, uma esposa secundária, Aquenáton teve dois filhos, Nebnefer, que morreu durante o surto de peste e Tutancaton que depois que voltou á Tebas foi obrigado a mudar seu nome para Tutancâmon, pois depois da morte de Aquenáton, o Deus Aton, foi proscrito por alguns anos. Kia teria morrido no parto de Tutancâmon, e a mesma serviu apenas para dar a Aquenáton dois filhos homens para continuar o reinado, visto que Nefertiti não conseguia gerar filhos varões.

O desaparecimento da rainha


Busto inacabado de Nefertiti
Nefertiti acompanhou o seu marido lado a lado em seu reinado porém, a certa altura, no ano 12 do reinado de Amenófis ela esvanece e não é mais mencionada em qualquer obra comemorativa ou inscrições e parece ter sumido sem deixar quaisquer pistas.
Este desaparecimento foi interpretado inicialmente como uma queda da rainha, que teria deixado de ser a principal amada do faraó, preterida a favor de Kiya. Objectos da rainha encontrados num palácio situado no bairro norte de Amarna sustentam a visão de um afastamento. Hoje em dia considera-se que o mais provável foi o contrário: Kiya foi talvez afastada por uma Nefertiti ciumenta.
Uma hipótese que procura explicar o silêncio das fontes considera que Nefertiti mudou novamente de nome para Anchetcheperuré Nefernefernuaton. Esta mudança estaria relacionada com a sua ascensão ao estatuto de co-regente. Ainda segundo a mesma hipótese quando Aquenáton faleceu Nefertiti mudou novamente de nome para Anchetcheperuré Semencaré e governou como faraó durante cerca de dois anos. Há ainda outra hipótese, como os sacerdotes de Amon não aceitavam o Deus Aton como único do Egito, eles teriam mandado assassinar Nefertiti pois a consideravam o braço direito de Aquenáton, sua morte teria desestabilizado o faraó que tinha em sua figura o apoio indiscutível para o Projeto do "Deus Único" representado por Aton, cerca de dois anos depois, Aquenáton veio a falecer de forma misteriosa, assim, sua filha primogênita com Nefertiti - Meritaton, foi elevada ao estatuto de "grande esposa real". O seu reinado foi curto, pois segundo historiadores, ela, seu marido e outros habitantes de Amarna na época foram assassinados e proscritos. Restando de sangue real apenas, Tutancâmon então com 9 anos e sua outra irmã Anchesenamon com 11 anos.
Porém, muitos especialistas acreditam que esta pessoa foi um filho de Aquenáton. Já outros egiptólogos, como o professor David O'Oconnor da Universidade de Nova York (Universidade de Nova Iorque), especulam: Poderia se tratar de amor entre iguais, entre dois homens, dadas as características singulares de Aquenáton?

O busto de Nefertiti

6 de Dezembro de 1912 foi encontrado em Amarna o famoso busto da rainha Nefertiti, por vezes também designado como o "busto de Berlim" em função de se encontrar na capital alemã. A descoberta foi da responsabilidade de uma equipe arqueológica da Sociedade Oriental Alemã (Deutsche Orient Gesellchaft) liderada por Ludwig Borchardt (1863-1938). A peça foi encontrada na zona residencial do bairro sul da cidade, na casa e oficina do escultor Tutmés.
O busto de Nefertiti mede 50 cm de altura, tratando-se de uma obra inacabada. A prova encontra-se no olho esquerdo da escultura, que não tem a córnea incrustada; Ludwig Borchardt julgou que esta se teria desprendido quando encontrou o busto, mas estudos posteriores revelaram que esta nunca foi colocada para não causar inveja as deusas.
Segundo o costume da época os achados de uma escavação eram partilhados entre o Egito e os detentores da licença de escavação. O busto de Nefertiti acabaria por ser enviado para a Alemanha, onde foi entregue a James Simon, uma dos patrocinadores da expedição. Contudo, a forma como saiu do Egito é pouco clara e alvo de disputas. Atualmente o Egito alega que Borchardt escondeu a peça, versão contraposta à que alega que os responsáveis pelas antiguidades egípcias não deram importância ao busto, deixando-o partir. Em 1920 a obra foi doada ao Museu Egípcio de Berlim, onde passou a ser exibida a partir de 1923, tornando-se uma das atrações da instituição.
Até então, as representações conhecidas da rainha, mostravam-na com um crânio alongado, sendo a rainha vista como uma mulher que provavelmente sofria de tuberculose. O busto revelou-se determinante na alteração da percepção da rainha, que muitas mulheres dos anos 30 procurariam imitar em bailes de máscaras.
Durante a Segunda Guerra Mundial a Alemanha retirou as peças dos museus de Berlim para colocá-las em abrigos. O busto de Nefertiti foi guardado num abrigo na Turíngia, onde permaneceu até ao fim da guerra até que o exército americano o levou para Wiesbaden. Em 1956 o busto regressou a Berlim Ocidental.

A alegada múmia de Nefertiti

Em Junho de 2003 a egiptóloga Joanne Fletcher da Universidade de York anunciou que ela e a sua equipe teriam identificado uma múmia como sendo a rainha Nefertiti.
Em 1898 o egiptólogo Victor Loret descobriu o túmulo do rei Amenófis II no Vale dos Reis. Como foi o trigésimo quinto túmulo a ser encontrado, este recebeu a designação de "KV35" na moderna egiptologia (King Valley´s 35). Para além da múmia deste rei, encontraram-se onze múmias numa câmara selada do túmulo. Três destas múmias foram deixadas no local, devido ao seu elevado estado de deterioração, tendo as restantes sido levadas para o Museu Egípcio. Duas múmias eram de mulheres e a terceira de um rapaz.
Uma peruca encontrada neste túmulo junto a uma das múmias chamou a atenção de Joanne Fletcher que a identificou com as perucas de estilo núbio utilizadas no tempo de Aquenáton. Para Fletcher, especialista em cabelos, esta peruca foi usada por Nefertiti. Para além disso, o lóbulo da orelha estava furado em dois pontos (uma marca da realeza), com impressões de uma tiara no crânio. A múmia não tinha cabelo o que corresponderia à necessidade de Nefertiti manter o cabelo raspado para poder utilizar a coroa azul e também para proteger-se contra piolhos e o calor do Egito na época retratada.
Contudo, a arcada dentária da múmia estava identificada como sendo de uma mulher de vinte e cinco anos, o que torna pouco provável tratar-se de Nefertiti. Mas, logo depois se reparou outro detalhe interessante, os ossos da múmia estavam juntos e sólidos, o que só pode significar que a múmia tinha entre trinta e trinta e cinco anos, o que de novo levanta a possibilidade desta ser a múmia de Nefertiti.
A misteriosa múmia foi teoricamente golpeada na boca destruindo boa parte de seu rosto. Os ferimentos mostravam que tal golpe foi realizado depois da mumificação, quando possíveis homens teriam entrado na tumba, mas não há uma pista do porque. A explicação para o golpe foi que, na tentativa de apagar Aquenáton da história egípcia, teriam golpeado a rainha na boca, impedindo que seu ka entrasse no pós-vida, como uma vingança.Todas as jóias que a ligavam com a realeza foram roubadas. Mas ainda assim através do raio-X foi possível identificar os famosos 'pinos de Nefer' usados pela rainha Nefertiti e também usados na mumificação de membros da família real. O cérebro da múmia também foi preservado, uma característica da décima oitava dinastia(a dinastia em qual Aquenáton governou).
Baseados nos estudos da Dra. Joanne Fletcher, era bastante provável que a múmia fosse de Nefertiti. Com isso, ela conseguiu permissão do governo egípcio para realizar um exame de DNA. Infelizmente, o exame mostrou que a múmia não era de Nefertiti, mas sim da irmã dela. As buscas pela múmia de Nefertiti continuam.

Bibliografia

  • ALFRED, Cyril - Akhenaten, King of Egypt. Thames & Hudson, 1991. ISBN 0-500-27621-8
  • JACQ, Christian - As Egípcias: Retratos de Mulheres do Egipto Faraónico. Porto: ASA, 2002. ("Colecção ASA de Bolso"). ISBN 972-41-3062-2.
  • MONTSERRAT, Dominic - Akhenaten: History, Fantasy and Ancient Egypt. Routledge, 2003. ISBN 0415301866

Ligações externas


Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Nefertiti

Nefertiti Revelada


Em uma tumba no Vale dos Reis se encontra um dos maiores segredos do Egito antigo. Escondidas em uma pequena câmara no interior da tumba, três múmias repousam na escuridão de um aposento secreto. Acredita-se que um dos corpos encontrados possa pertencer a Nefertiti, uma das mais famosas rainhas do Egito. Se isso for provado, esta poderá ser uma das maiores descobertas arqueológicas desde a tumba de Tutancâmon, há mais de 80 anos atrás.

Egito - Nefertiti, A Rainha Misteriosa


Nefertiti, cujo nome significa "a mais bela chegou", foi uma importante rainha egípcia da XVIII dinastia. Foi esposa do faraó Amenhotep IV (mais conhecido como Akhenaton). Nasceu em 1380 a.C e morreu em 1345 a.C.

Foi seu marido, o faraó Akhenaton que substituiu o culto politeísta egípcio (crença em vários deuses egípcios) pelo monoteísmo (culto a apenas um deus) no Egito Antigo. Pela imposição do faraó, o rei-sol Aton deveria ser o único deus adorado. Nefertiti seguiu o atonismo imposto pelo marido.

Nefertiti teve seis filhas com Akhenaton: Meritaton, Mecketaton, Ankhesenpaton, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré.

Alguns egiptólogos defendem a hipótese de que Nefertiti governou o Egito durante dois anos, logo após a morte do marido Akhenaton. 

A morte de Nefertiti também é misteriosa. Alguns historiadores acreditam que ela possa ter sido assassinada por sacerdotes. Estes, defensores do politeísmo, queriam desestabilizar o faraó e, por isso, assassinaram a esposa que era o braço direito dele.

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